Consultoria para implementação de IA na operação comercial

Antes de implementar IA, saiba onde ela realmente pode melhorar sua operação.

A inteligência artificial pode assumir atividades comerciais, acelerar processos, apoiar decisões e ampliar a capacidade de execução de uma equipe.

Mas identificar uma atividade que pode ser automatizada não é o mesmo que identificar a mudança que sua operação precisa.

Esta consultoria, conduzida por Aquiles Casabona, ajuda sua empresa a decidir o que precisa mudar para melhorar seus resultados comerciais, onde a tecnologia pode contribuir e como colocar a mudança em prática.

O trabalho parte da operação que sua empresa possui hoje — seus processos, equipes, dados, sistemas, capacidade de execução e objetivos comerciais — para chegar a uma intervenção que possa ser implementada.

Você não contrata a indicação de uma ferramenta. Contrata o trabalho necessário para saber o que vale implementar, por quê e como.

Agendar uma conversa ↗
Operação comercial · Decisão · IA aplicada
02 / Quem conduz

Quem conduz esse trabalho.

A atuação de Aquiles Casabona reúne operação comercial, sistemas empresariais, estruturação da decisão e desenvolvimento de tecnologia aplicada. São matérias que precisam funcionar juntas quando uma implementação passa a fazer parte da operação real.

Operação comercial / SAP Concur · ASB

Trabalho comercial integrado, não tarefas isoladas

Em trabalho relacionado à SAP Concur, a estrutura comercial compreendia definição de público e contas-alvo, bases, mensagens, múltiplos canais, atuação de SDRs, handoff para vendas, CRM e formação de pipeline. O resultado depende da compatibilidade entre essas partes.

Assistir ao case SAP Concur e ASB Marketing ↗
Sistemas empresariais / Oracle

Tecnologia dentro de processos organizacionais

A trajetória profissional de Aquiles inclui tecnologia empresarial, ERP e processos organizacionais, incluindo Oracle — experiência anterior à popularização da IA generativa e relevante para compreender integrações e dependências operacionais.

Estruturação da decisão / CIDS

Informação, contexto, critérios e execução

Em Cognitive Infrastructure for Decision Systems, Aquiles formaliza relações entre informação, contexto, critérios, validação, decisão e execução. Esse trabalho se relaciona à diferença entre uma hipótese de mudança e uma intervenção com fundamento para orientar execução.

Construção tecnológica / AVPIA

IA e automação aplicadas à operação comercial

A trajetória também inclui a construção da AVPIA e aplicações de IA e automação em operação comercial, permitindo considerar funções tecnológicas concretas, dados necessários, integrações e limitações. AVPIA é uma capacidade disponível; não é destino obrigatório da consultoria.

03 / Uma decisão aparentemente direta

A tecnologia consegue fazer. Mas vale implementá-la aqui?

Uma iniciativa de IA normalmente começa com uma oportunidade percebida na operação. Uma equipe gasta muitas horas numa atividade. Um processo depende de trabalho manual. Uma ferramenta demonstra que consegue executar determinada tarefa em segundos.

A possibilidade tecnológica é real. A decisão de implementá-la, porém, exige saber se aquela atividade é realmente o ponto onde a empresa precisa intervir.

Considere esta situação

Uma operação comercial identifica que o processo de qualificação de oportunidades está consumindo tempo excessivo. A empresa considera implementar IA para acelerar essa atividade.

“Estamos levando tempo demais para qualificar oportunidades.”
Qualificação demorada
✕
IA na qualificação

A passagem parece direta. Estas relações interrompem a conclusão.

O que define uma oportunidade qualificada nessa operação?

Se profissionais diferentes utilizam critérios diferentes, o que exatamente a tecnologia deverá reproduzir?

A informação está disponível quando é necessária?

Se os dados exigidos para decidir não existem ou chegam incompletos, acelerar o processamento não resolve essa ausência.

É a qualificação que limita o resultado comercial?

Acelerar a etapa pode não alterar o resultado, caso a limitação esteja na capacidade de trabalhar o mercado ou nas passagens seguintes.

A qualificação pode continuar sendo um problema real. A IA pode continuar sendo tecnicamente capaz de executar parte desse trabalho. O que ainda não sabemos é se implementar IA nesse ponto é a intervenção de que a empresa precisa.

Uma tecnologia pode funcionar perfeitamente na tarefa para a qual foi contratada e, ainda assim, não produzir a mudança que justificou o investimento.
04 / O campo operacional

Antes de escolher a tecnologia, precisamos entender o que precisa mudar.

O trabalho começa pelo resultado que sua empresa pretende alterar: aumentar a capacidade de prospecção, melhorar o aproveitamento das oportunidades, reduzir o tempo entre etapas comerciais, elevar a produtividade ou sustentar um novo volume de operação.

O que Aquiles examina

Mercado e execução. Existe mercado suficiente? A empresa consegue trabalhá-lo no ritmo necessário? Uma boa base não significa capacidade operacional para aproveitá-la.

Processos e passagens. Como as oportunidades percorrem a operação? Quais decisões e informações precisam acompanhar cada passagem?

Pessoas, sistemas e dados. O que depende de trabalho humano? Onde existem decisões repetitivas, transferências manuais e integrações necessárias? Que informação existe, onde está e quando fica disponível?

Mudança e prioridade. Qual alteração merece receber recursos primeiro? Uma mudança pode ser tecnicamente viável e, ainda assim, inadequada economicamente ou prematura.

Mercado
Processos
Execução
Pessoas
Dados
Sistemas
Resultado comercial

Esses elementos não constituem uma sequência fixa de auditoria. Uma condição encontrada em um ponto pode alterar o significado das demais. Por isso, a recomendação precisa responder ao funcionamento da operação, e não apenas ao que uma ferramenta permite fazer.

05 / Mudando a direção da observação

Onde o problema aparece não é necessariamente onde precisamos intervir.

Retome a situação da qualificação no campo operacional que acabamos de examinar. A manifestação permanece a mesma; agora mudamos a direção da observação.

“Estamos levando tempo demais para qualificar oportunidades.”

Agora observe a mesma operação de posições diferentes. A manifestação não mudou. O campo em que a examinamos mudou.

MERCADO → EXECUÇÃOO mercado disponível comporta o resultado desejado?

Qual é o potencial que existe para ser trabalhado?

EXECUÇÃO → MERCADOQuanto desse mercado a operação consegue realmente trabalhar?

O que a equipe, o ritmo e os processos atuais permitem executar?

EXECUÇÃO → ESTRUTURAO que o volume necessário exige dos recursos existentes?

Quais capacidades, informações e sistemas serão necessários?

ESTRUTURA → EXECUÇÃOCom a estrutura atual, que volume pode ser sustentado?

Que limitações ou condições aparecem quando invertemos a observação?

Ao inverter as relações, aparecem restrições diferentes: capacidade insuficiente, decisões inconsistentes ou informação ausente podem exigir intervenções distintas. Ainda não sabemos qual delas se aplica a esta empresa hipotética.

“Estamos levando tempo demais para qualificar oportunidades.”

A afirmação continua verdadeira. Mas depois de observar as relações da operação, a pergunta já não é apenas como acelerar a qualificação. É qual mudança produzirá o resultado comercial desejado.

O ponto onde percebemos um problema não nos diz, sozinho, onde precisamos intervir.
06 / Da mudança à execução

Saber o que mudar ainda não é saber como implementar.

Uma recomendação só é útil quando pode ser transformada em operação. Identificar uma mudança necessária ainda não significa saber como realizá-la com as pessoas, informações, processos e sistemas existentes — ou com aquilo que precisará ser criado.

Exemplo hipotético — não é uma conclusão do caso anterior

Suponha que o trabalho tenha concluído que a empresa precisa reorganizar a qualificação de determinadas oportunidades.

A mudança foi definida. Agora é preciso descrever como ela funcionará.

O momento da decisão

Em que ponto do processo a oportunidade precisa ser qualificada? Antes do SDR? Durante o contato? Antes da passagem a vendas?

As informações

Quais dados são necessários, de onde vêm e quando precisam estar disponíveis? Quem é responsável por produzi-los?

Os critérios

O que diferencia uma oportunidade qualificada? Quais critérios são consistentes, quais exigem interpretação e quais situações não podem ser decididas automaticamente?

Quem executa

O que cabe à equipe, à automação convencional ou à IA? Qual função concreta cada executor desempenha?

Exceções

O que acontece quando a informação está incompleta, os critérios não resolvem a situação ou um caso sai das condições previstas?

Resultado e continuidade

O que fica registrado no CRM? Qual informação a próxima parte da operação recebe para continuar sem reinterpretar a decisão?

Exemplo de uma forma operacional autorizada
Oportunidade recebidaDados e critérios disponíveisDecisão / exceçãoRegistro e continuidade

Se IA for adequada: recebe informação autorizada → executa uma função definida → produz uma saída → encaminha exceções para decisão humana → registra o resultado no fluxo comercial.

Agora “implementar IA na qualificação” deixa de ser o nome de uma intenção. Passa a significar uma função com posição, entrada, critério, limites, saída e relação com o restante da operação.

Saber o que precisa mudar é diferente de saber como essa mudança pode existir na operação.

A primeira etapa da consultoria trabalha sobre as duas questões. Ela não termina simplesmente quando se identifica uma oportunidade de melhoria.

07 / Configurações e consequências

O mesmo problema pode exigir decisões diferentes.

Considere três empresas que chegam com a mesma manifestação. As configurações abaixo são hipotéticas e demonstram como condições operacionais diferentes podem justificar recomendações diferentes.

“Estamos levando tempo demais para qualificar oportunidades.”
CONFIGURAÇÃO A

O processo já possui critérios consistentes.

Critérios definidos, informação disponível na hora da decisão, repetição, volume suficiente, integração viável e condições econômicas que justificam a intervenção.

→ IA pode participar da qualificação, com função e limites definidos.
CONFIGURAÇÃO B

A qualificação ainda não funciona de maneira consistente.

Profissionais usam critérios divergentes, e parte da informação necessária não existe quando a decisão deve acontecer.

→ Primeiro estabelecer critérios, informações e condições para tornar a qualificação operacionalmente consistente.
CONFIGURAÇÃO C

Outra mudança possui maior prioridade.

A qualificação está lenta, mas a relação com o resultado comercial indica que outra limitação deve ser enfrentada primeiro.

→ Concentrar primeiro a intervenção no ponto que precisa mudar para produzir o resultado pretendido.

A manifestação é a mesma. As operações não funcionam da mesma maneira. Por isso, as recomendações também não precisam ser iguais. Mesmo quando a mudança necessária envolve tecnologia, IA pode não ser o meio adequado.

É a realidade da operação que define a recomendação — não a ferramenta que o consultor possui.
08 / O resultado adquirido

Da intenção de implementar IA a uma decisão que sua empresa consegue executar.

Uma empresa pode iniciar este trabalho sabendo que deseja usar IA, mas sem saber exatamente onde investir, que mudança priorizar ou quais condições precisa preparar. Pode ter identificado uma dor, uma ferramenta ou uma oportunidade. O que falta é uma decisão suficientemente fundamentada sobre a intervenção.

Quando a empresa chega
“Queremos implementar IA na nossa operação comercial.”

A intenção está definida, mas permanecem decisões abertas:

  • O que mudar para produzir o resultado desejado?
  • Onde a mudança deve ocorrer?
  • A IA é necessária? Para quê?
  • Quais condições precisam existir?
  • Como a mudança funcionará?
Quando a etapa 1 está completa
“Esta é a mudança que precisamos produzir. É aqui que ela deve acontecer. Estas são as condições e esta é a forma de executá-la.”
  • O que e por quê: mudança associada ao resultado desejado.
  • Onde: posição da intervenção na operação.
  • Condições: capacidades e dependências necessárias.
  • Tecnologia: papel, função e limites.
  • Como: configuração executável da mudança.

Em que esse resultado chega à sua empresa?

A consultoria não termina com uma conversa sobre possibilidades. Suas decisões são registradas e materializadas conforme o necessário para que sejam utilizadas na execução.

Dependendo da intervenção, isso pode envolver definições de processo e regras comerciais, requisitos de dados e integração, configurações operacionais, funções humanas e automatizadas, exceções, especificações de aplicações de IA e instruções para implantação.

Esses são exemplos de materializações possíveis, não um pacote fixo prometido a todos os clientes.

O trabalho necessário define o que precisa ser produzido. Não é um pacote de documentos que define o trabalho.
09 / Dois compromissos distintos

Primeiro, saber o que fazer e como. Depois, implementar.

A consultoria separa a definição da intervenção da participação na sua materialização. A primeira etapa possui valor e condição de conclusão próprios.

ETAPA 1

Definição da intervenção e de sua execução

O trabalho examina a operação, identifica a mudança necessária, avalia o papel da tecnologia e define como essa mudança deverá funcionar. Produz as definições e materializações necessárias para orientar execução.

Ao terminar, a empresa consegue responder o que será alterado, por quê, onde, sob quais condições, com qual papel para a tecnologia e de que forma executar.

Resultado: uma base executável para realizar a mudança.
ETAPA 2 · SE CONTRATADA

Participação na implementação

Quando contratada separadamente, Aquiles participa da materialização da mudança na operação real, conforme responsabilidades e escopo ajustados para aquela intervenção.

A empresa também pode executar com sua equipe ou outros parceiros aquilo que foi suficientemente definido na primeira etapa.

Resultado: participação na execução, não complemento de uma definição incompleta.

Prazos, valores, aceite e escopo contratual serão especificados na proposta.

10 / Conversa inicial

Sua empresa está considerando implementar IA na operação comercial?

Antes de comprometer recursos com ferramentas, integrações ou automações, vale compreender qual mudança a operação realmente precisa produzir.

Uma conversa com Aquiles permite apresentar o objetivo comercial, a situação que motivou a iniciativa e aquilo que sua empresa pretende alcançar.

Não é necessário chegar com uma tecnologia escolhida. Também não é necessário abandonar uma solução já considerada. O ponto é examinar essa intenção diante da realidade da operação.